A maioria da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta segunda-feira (2) a decisão do ministro Alexandre de Moraes que decidiu pela suspensão imediata do funcionamento da rede social X no Brasil.
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No caso do Painel, realizado quase entre seus cinco membros, os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin votaram pela confirmação da ordem de Moraes, prefeito em exercício e presidente da escola, o que foi suficiente para criar aglomeração.
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Em entrevista à Forbes Brasil, Lorena Pretti Serraglio, advogada especializada em direito digital, fala sobre as seguintes iniciativas de mídias sociais:
Forbes Brasil: Como X (Twitter) pode recorrer da decisão:
Lorena Pretti Serraglio: Na prática, de acordo com a lei, a plataforma precisa seguir ordens judiciais publicadas que não eram seguidas com frequência. Há muitas dúvidas sobre a legalidade dos despachos e os limites dos despachos, mas a verdade é que há um processo e chegámos a esta questão porque as decisões não foram ouvidas.
FB: Se a plataforma concordar com as decisões do tribunal, poderá voltar ao ar normalmente?
LPS: Assim que Elon Musk tomar as medidas impostas pela Justiça, como a exigência do representante legal no Brasil, de forma escrita e suficiente, e se essa for a única razão pela qual a suspensão foi feita, o Twitter poderá recomeçar. . De acordo com a ordem do tribunal, para efeitos de ação judicial, fazer cessar o dano e restaurar a situação.
FB: Se a Internet cair para sempre, há alguma outra mudança legal que afete os usuários?
LPS: Com a suspensão dos serviços, o usuário não poderá acessar Em relação às informações pessoais dos usuários, as plataformas são sempre responsáveis por guardar, guardar e garantir a segurança. Além disso, são agentes operacionais e devem cumprir o Marco Civil da Internet e a LGPD. Eventuais prejuízos sofridos pelos usuários com a suspensão do serviço também podem ser levados à Justiça, para negociações de indenização, que costumam abrir um novo processo.
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