
Amanda Perobelli/Reuters
A taxa de desemprego cai para o nível mais baixo da história e aumenta a pressão sobre o Banco Central; entender
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O VIAJANTE taxa de desemprego no Brasil foi de 6,8% nos últimos três meses até julho, marcando o menor nível para o período desde o início da série histórica de PNAD Contínua da Sociedade Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, entre fevereiro e abril, a taxa caiu 0,7 por cento (p).
Na comparação com o mesmo período de 2023, a queda foi de 1,1 ponto. O resultado veio em linha com o esperado por economistas consultados pela Reuters.
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Segundo o IBGE, o número de desempregados caiu para 7,4 milhões. Este é o menor número de pessoas à procura de trabalho no país desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015.
Por outro lado, o número de pessoas ocupadas foi de 102 milhões, o que representa um novo recorde na série histórica iniciada em 2012. Além disso, é o maior nível de emprego para o trimestre encerrado em julho de 2014.
Houve crescimento em ambas as comparações: +1,2% (ou 1,2 milhão de pessoas) por trimestre e +2,7% (ou 2,7 milhões de pessoas) anualmente.
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O rendimento real total dos ocupados no trimestre encerrado em julho permaneceu estável em relação ao período anterior, em R$ 3.206. No entanto, em termos homólogos registou-se um aumento de 4,8%. Finalmente. O rendimento médio real totaliza R$ 322,4 bilhões, com aumento de 1,9% no trimestre e de 7,9% na comparação do ano.
E agora, BC?
Para o economista André Perfeito, os dados são bons e repetem a confiança no desempenho geral. “No entanto…vivemos numa época em que ‘más notícias são boas'”, afirma. Segundo ele, os dados de hoje da Pnad devem repetir a visão do mercado empresarial Taxa de silicato em setembro.
Recentemente, o Banco Central reiterou a sua surpresa face à força da actividade económica, evidenciada pela força do mercado de trabalho. Comunicações recentes do Ministério das Finanças salientam que a actividade é mais forte do que o esperado.
Além disso, nesta semana, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicou que já há sinais – “continuados, mas claros” – de que a situação do emprego no país poderá resultar em repasse de aumento de preços de serviço “de uma forma mais longa”.
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