Tiago Abravanel e Celso Portioli chegando ao funeral de Silvio Santos
Familiares e amigos de Silvio Santos compareceram ao funeral do apresentador, na manhã deste domingo (18). O corpo de Senhor Abravanel
nome de batismo do proprietário do SBT
foi enterrado em Cemitério Israelita do Butantã
em São Paulo, por volta das 9h.
O apresentador morreu aos 93 anos no sábado (17), às 4h50, em São Paulo, em decorrência de broncopneumonia após infecção por Influenza (H1N1), segundo informações do boletim do Hospital Albert Einstein, onde estava internado desde 1º de agosto. .
A cerimônia foi breve e discreta. O sepultamento contou com a presença das filhas, netos, genros do apresentador e alguns famosos, como Celso Portiolli, César Filho e Carlos Alberto de Nóbrega.

Silvio Santos não queria velório público Reprodução

Público em frente ao cemitério onde foi sepultado Silvio Santos Reprodução: TV Globo

Tiago Abravanel e Celso Portioli chegando ao funeral de Silvio Santos Reprodução: redes sociais/montagem iG

César Filho e sua esposa chegando ao cemitério de Silvio Santos Reprodução: Redes Sociais

Daniela saindo do cemitério onde Silvio Santos foi enterrado Reprodução: Redes Sociais
Carta de família
A família Abravanel deixou uma carta exposta na entrada do cemitério com a mensagem divulgada ontem, na qual agradece ao público e revela que o desejo de Silvio Santos era realizar uma cerimônia judaica privada.
“Colegas da plateia, colegas de uma vida inteira, o que posso dizer a vocês neste momento? Acredito que muitos de vocês estão compartilhando a mesma saudade que estamos sentindo hoje. Queremos dizer isso muitas vezes, ao longo de sua vida. , À medida que nosso pai foi ficando mais velho, ele manifestou seu desejo em relação à sua partida: pediu que assim que ele saísse o levássemos direto ao cemitério e fizéssemos uma cerimônia judaica”, diz a mensagem.
Tradição judaica
Na cerimônia judaica, o corpo é enterrado sem enfeites ou flores. Segundo a Congregação Israelita Paulista, o objetivo é “enfatizar a igualdade de todos os seres humanos em seu lar definitivo”.
Segundo o Judaísmo, o sepultamento deve ser realizado o mais rápido possível, de preferência no mesmo dia da morte. No entanto, há uma exceção para o Shabat, que vai do pôr do sol de sexta-feira até o pôr do sol de sábado, período durante o qual o sepultamento não deve ocorrer. Para a tradição judaica, adiar o sepultamento é considerado uma falta de respeito ao falecido, pois acreditam que a alma só encontra descanso depois que o corpo é enterrado.
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